CNU 1: sorteio define ordem de processamento das listas de EPPGG e ATPS para etapa de alocação
Procedimento realizado pelo MGI estabeleceu a sequência de processamento das listas de aprovados para definição da lotação inicial dos novos servidores
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) realizou, nesta terça-feira (30), um sorteio público para definir a ordem de processamento das listas de classificação dos candidatos aprovados para os cargos de Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental (EPPGG) e Analista Técnico de Políticas Sociais (ATPS) no Concurso Nacional Unificado (CNU). O procedimento será utilizado na etapa de alocação inicial dos aprovados, responsável por definir o local de exercício dos futuros servidores federais.
O
sorteio estava previsto nas regras do certame e teve como objetivo estabelecer
a sequência em que as listas de classificação de cada cargo serão processadas
durante a distribuição dos candidatos entre os órgãos e entidades que receberão
os novos servidores.
Sorteio definiu a ordem de processamento das listas de
ATPS
Para o cargo de Analista Técnico de Políticas Sociais
(ATPS), foram sorteadas três listas correspondentes às especialidades
contempladas no concurso.
A ordem definida foi a seguinte:
- Bloco
4 – B4-03-A – Trabalho e Saúde do Servidor;
- Bloco
2 – B2-08-B – Tecnologia, Dados e Informação;
- Bloco
5 – B5-07-B – Educação, Saúde, Desenvolvimento Social e Direitos Humanos.
Essa sequência será utilizada durante o processamento das
alocações dos candidatos aprovados para o cargo.
Ordem de processamento para EPPGG foi definida em sessão
pública
No caso do cargo de Especialista em Políticas Públicas e
Gestão Governamental (EPPGG), participaram do sorteio sete listas de
classificação.
A ordem sorteada foi:
- Bloco
2 – B2-08-C – Tecnologia, Dados e Informação;
- Bloco
4 – B4-03-B – Trabalho e Saúde do Servidor;
- Bloco
5 – B5-07-C – Educação, Saúde, Desenvolvimento Social e Direitos Humanos;
- Bloco
3 – B3-06-B – Ambiental, Agrário e Biológicas;
- Bloco
1 – B1-08-F – Infraestrutura, Exatas e Engenharias;
- Bloco
7 – B7-09-E – Gestão Governamental e Administração Pública;
- Bloco
6 – B6-09-B – Setores Econômicos e Regulação.
A sequência será observada durante o processamento das
listas na fase de alocação dos candidatos aprovados.
Como o sorteio influencia a alocação dos candidatos
Segundo o MGI, a ordem definida no sorteio será utilizada
para processar as listas de classificação durante a alocação inicial dos
aprovados. O procedimento respeitará a classificação obtida pelos candidatos em
cada lista, além dos critérios de alternância e proporcionalidade aplicáveis às
modalidades de concorrência com vagas reservadas.
Também serão observadas as prioridades previstas para
candidatos com deficiência (PCD), conforme a legislação vigente, bem como as
preferências de órgão, entidade e localidade informadas pelos aprovados por
meio da plataforma SouGov.br.
O coordenador-geral de Sistemas e Dados da Diretoria de
Carreiras Transversais da Secretaria-Executiva do MGI, Luiz Coimbra, explicou o
funcionamento do procedimento.
"O sorteio define a ordem em que as listas de cada
cargo serão processadas na alocação. Em um exemplo simples, se duas listas de
um mesmo cargo forem processadas na ordem A e B, primeiro será alocado o
candidato mais bem classificado da lista A e, em seguida, o candidato mais bem
classificado da lista B. Depois o segundo candidato mais bem classificado da
lista A e o segundo candidato da Lista B. Esse procedimento se repete
sucessivamente até a conclusão da alocação."
Manifestação de interesse segue aberta até 5 de julho
A etapa de manifestação de interesse para os aprovados nos
cargos de EPPGG e ATPS começou na manhã desta terça-feira (30) e permanecerá
aberta até as 23h59 do dia 5 de julho.
Durante esse período, os candidatos poderão registrar suas
preferências de órgão, entidade e localidade de exercício por meio do
SouGov.br.
A definição da lotação observará simultaneamente a
classificação dos candidatos, a ordem de processamento estabelecida pelo
sorteio e as necessidades da Administração Pública Federal.
Sorteio não altera a classificação dos aprovados
O MGI ressaltou que o sorteio não produz qualquer alteração
na classificação final dos candidatos aprovados no Concurso Nacional Unificado.
O objetivo do procedimento é exclusivamente estabelecer a
sequência de processamento entre as listas e especialidades envolvidas na etapa
de alocação.
As listas de classificação foram organizadas com base no
resultado final do concurso, observando os critérios de alternância e
proporcionalidade relacionados às vagas reservadas, além das prioridades
previstas em lei.
Como será feita a lotação dos aprovados em EPPGG e ATPS
Os candidatos aprovados poderão indicar suas preferências de
órgão, entidade e local de exercício inicial conforme as regras previstas na
Portaria DICAT/SE/MGI nº 4.683, de 8 de junho de 2026.
A ordem definida no sorteio será utilizada sempre que houver
candidatos de listas distintas ocupando posições equivalentes no processo de
alocação. Nesses casos, a sequência sorteada determinará qual lista será
processada primeiro.
Após esse processamento, cada candidato será destinado ao
órgão ou entidade mais bem posicionado em sua lista de preferências que ainda
possua vaga disponível no momento da alocação.
Procedimento foi realizado com publicidade e
transparência
O sorteio foi conduzido de forma pública e auditável pela
Diretoria de Carreiras Transversais (Dicat), vinculada à Secretaria-Executiva
do MGI.
Na etapa referente ao cargo de ATPS, foram colocados em uma
urna transparente três papéis contendo os códigos e especialidades das listas
participantes. A retirada sequencial dos papéis definiu a ordem de
processamento.
Em seguida, a mesma urna foi utilizada para o sorteio das
sete listas relativas ao cargo de EPPGG. A retirada dos papéis estabeleceu a
sequência que será adotada durante a alocação dos aprovados.
A sessão contou ainda com a participação de Dilson Gonzaga
Pereira Neto, chefe-substituto da Assessoria Especial de Controle Interno
(AECI/MGI), e de Joelma Feitosa, coordenadora-geral de Força de Trabalho das
Carreiras Transversais.
Segundo o ministério, a realização da sessão pública reforça
a transparência dos atos administrativos, a ampla publicidade dos procedimentos
e a isonomia no tratamento dos candidatos envolvidos na etapa de alocação
inicial das carreiras transversais da administração pública federal.
